“American horror story”, nova série de Ryan Murphy (de “Glee”), estreou em 05 de outubro, nos Estados Unidos. A trama é centrada na família Harmon, composta por Benjamin (Dylan McDermott), sua mulher, Vivien (Connie Britton), e a filha adolescente, Violet (Taissa Farmiga).
Após Vivien pegar o marido na cama com outra, a crise se estabelece. A família decide se mudar para tentar recomeçar a vida e é quando, na verdade, o inferno se inicia.
Isso porque, evidentemente, o novo lar dos Harmon é uma casa sinistra, palco de inúmeros assassinatos, que fizeram seu preço despencar, possibiltando, assim, sua aquisição. Rapidamente, fenômenos estranhos começam a acontecer.
O problema com a série é que sua premissa ruim e pouco inovadora se estende por praticamente todas as cenas do episódio piloto. Ou seja, de início, é tudo ruim e clichê, com a mistura entre erotismo e terror beirando o ridículo.
Entretanto, seu segundo episódio já foi bem superior ao primeiro, com um bom gancho para o terceiro. A casa vai se tornando o personagem principal ao mesmo tempo em que os personagens de carne e osso tentam parecer, no mínimo, um pouco mais interessantes.
Mas, sinceramente, não estou levando muita fé, mesmo com Jessica Lange no elenco. O que é uma pena pois, depois da comédia involuntária que se tornou “True blood”, seria interessante uma nova opção no gênero “terror”.

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