Bom, aí a terceira temporada de “Fringe” acabou e surgiu a pergunta: e agora? A quarta começou, estamos indo para o quarto episódio e... A pergunta continua.
Pessoalmente, esta pergunta é o que mais me fascina na série, e penso que será assim até o fim.
Neste novo ano, uma nova realidade se apresenta, e não podemos deixar de notar que a cor âmbar da abertura dos créditos pode representar muito mais do que aparenta.
Isto porque a intenção de apagar Peter da realidade retratada não foi inteiramente bem sucedida. Ao mesmo tempo, entretanto, como ter certeza de qual realidade estamos vendo?
Os casos incidentais seguem interessantes, mas o que realmente importa é a interação entre Olivia, Walter e Peter. Esta temporada tem demonstrado, com êxito, como uma “não-interação” pode, também, prender a atenção do público.
Ver como os personagens se comportam num “mundo sem Peter”, e suas pequenas e sutis diferenças de personalidade, tem sido um prazer, sem contar que é sempre bom descobrir novas facetas biográficas (no caso da ficção) e interpretativas (no caso da realidade).
E, finalmente, tudo indica que, agora, começará a busca por Peter. Se ela levará a temporada inteira ou não, é algo que teremos que esperar para descobrir. Até este momento chegar, aquela pergunta lá de cima seguirá presente. Ou assim espero.

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