quarta-feira, 30 de novembro de 2011

'Alcatraz' tem novo teaser


A FOX disponibilizou um novo teaser de 'Alcatraz', nova produção de J.J. Abrams (de "Lost"). A série, prevista para ir ao ar em 9 de janeiro de 2012, nos Estados Unidos, trata das estranhas aparições, 30 anos depois, de guardas e prisioneiros da famosa cadeia, tidos como desaparecidos.

Com Jorge Garcia (o Hurley, de "Lost") e Sam Neill.


'Os monstros' ganham refilmagem de Bryan Singer


A série "Os monstros" ganhará uma refilmagem a cargo de Bryan Singer (de, dentre outros, "Os suspeitos" e, na TV, "House") e Bryan Fuller ("Pushing Daisies" e "Dead like me").

A ideia dos dois produtores-executivos é fazer com que a clássica série (que foi ao ar entre 1964 e 1966, nos Estados Unidos) seja uma mistura de "Modern family" com "True blood". A conferir.

'The walking dead' encerra midseason de forma espetacular


“The walking dead” chegou ao finale da midseason (agora, só em fevereiro de 2012) deixando seus fãs com água na boca. Confesso que continuava a assistir a série de teimoso que sou. Isso porque, durante praticamente os primeiros cinco episódios, nada acontece.

Ou melhor, do segundo episódio ao quinto, há apenas dois elementos dramáticos importantes conduzindo a trama: Carl é baleado e Sophia desaparece. Aí vem o tenso 206 (claramente, uma preparação para o finale) para dar aquela chacoalhada; muito bem-vinda, aliás. E, então, o que vem a seguir? Um sétimo capítulo simplesmente espetacular, que veio corroborar o que muitos já sabiam (e o que, talvez, eu tivesse esquecido): “The walking dead” não é uma série qualquer.

Primeiro, no episódio anterior, veio a revelação de que o celeiro era o feliz lar de zumbis comedores de galinha. Depois, toda a angústia (e paciência) pela busca de Sophia é recompensada, na já clássica cena do fuzilamento (vídeo abaixo), com o tiro fatal disparado por Rick na cabeça da recém-zumbi.
 
O problema é que, logo agora que a coisa esquentou, temos que esperar meses pela sua continuação. Ou seja, sigo sem saber o que pensar. No caso de Sophia, por exemplo, me parece óbvio que os autores resolveram esticar um conflito que poderia ser resolvido em, no máximo, dois episódios, para que este finale atingisse toda a catarse emocional pretendida.

Talvez não fosse preciso esperar sete capítulos completos para alcançar este objetivo, mas é inegável que “Pretty much dead already” foi perfeito: dramático, emocionante, tenso, violento e cruel. Há aqueles que pensam que este 207 foi melhor do que todos os outros juntos (e, talvez, o único episódio realmente bom). Não chego a tanto, mas entendo perfeitamente o que querem dizer.

Prefiro pensar que, longe de terem criado uma “barriga” por cinco capítulos, tudo foi construído para que o impacto final fosse o maior possível. Tomara que a série mantenha a pegada dos dois últimos episódios no restante da temporada. Uma pena que não seja já no próximo domingo.

Abaixo, um vídeo (sem legendas) com o elenco comentando sobre o episódio (e o encerramento com a cena do fuzilamento).